Comitiva leva tecnologia canavieira à Índia

O Centro das Indústrias de Sertãozinho (SP) está organizando uma

comitiva de empresários que vai à Índia mostrar o que o Brasil disponibiliza em equipamentos para o setor sucroalcooleiro. “O país já decidiu adicionar 5% de álcool na gasolina, e quer ampliar seu pparque industrial sucroalcooleiro”, afirma o presidente da entidade, Mário Garrefa.

Ele frisa que as mais de 400 pequenas, médias e grandes indústrias de equipamentos da cidade têm condições de fornecer 90% de tudo o que uma usina precisa para ser instalada.

De Piracicaba, também interior de São Paulo, a transferência de tecnologia e exportação de equipamentos está ampliando e modernizando o setor em todos os continentes. A Dedini, que está entre as maiores do setor, confirma negócios com países africanos, asiáticos, europeus e das três Américas (Do Sul, Central e do Norte).

O superintendente de exportações da empresa, Antônio Carlos Pereira, diz que os negócios internacionais> começaram a cinco anos e “têm uma expressiva participação no faturamento”.

Pereira confirma contratos com a Índia, onde é prevista a instalação de 15 usinas sucroalcooleiras nos próximos cinco anos. Assim como outras indústrias do ramo, a Dedini também está no nos investimentos da Venezuela. “Estamos em fase de negociação, como as demais empresas”, afirma, acrescentando que são muitos os países decididos a incorporar o álcool na matriz energética e, nesse caso, o Brasil tem tecnologia de ponta e pronta para ser transferida.

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