Citroën C31.6 16V Flex

Em geral, quem procura um hatch compacto quer acima de tudo um modelo barato – e isso traz de carona um interior espartano, poucos equipamentos e motor fraquinho. No entanto, há um público que prefere um carro pequeno, mas faz questão de que seja equipado, ande bem e se destaque no trânsito. Para esses, o Citroën C3 é um achado. De longe, as duas principais qualidades do C3 são o design e o acabamento, como atesta a pesquisa Os Eleitos 2007, que mede a satisfação dos proprietários. Além disso, ele também é bom de mercado: é fácil de achar e revender. Mas saiba que ele tem pouco espaço no banco traseiro e no porta-malas.

Porém sua maior crítica vai para a manutenção cara. Por isso, a Citroën fez uma campanha de revisão com preço predeterminado. O problema é que, segundo os donos, o valor final fica sempre mais alto. “Dificilmente você gasta o preço de tabela. No fim, a lista de peças trocadas é sempre maior que a da promoção”, diz o comerciante José Conceição Neves, que por isso acabou vendendo seu C3.

Lançado em 2003, o modelo tinha só o motor de 1.6 16V de 110 cv – o mesmo do Peugeot 206 – nas versões GLX e Exclusive. De série, todos tinham direção elétrica, freios a disco nas quatro rodas com ABS, painel digital e regulagem de altura do banco. A Exclusive acrescentava ar-condicionado, faróis de neblina, vidros elétricos e acabamento de veludo.

No mesmo ano veio o GLX 1.4, com motor importado de 75 cv – que só seria nacionalizado em 2005. Em 2004 veio a série Ocimar Versolato, com banco de couro, além de tapetes e uma bolsa personalizados. O flex surgiria em 2005 com o 1.6 16V de 110/113 cv. Para completar a gama, no ano seguinte era a vez do XTR, com estilo off-road. Tinha grade e pára-choque sem pintura, rack no teto e melhor pacote de equipamentos, com airbag duplo e bancos de couro.

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