Chuvas podem ter impactos negativos e positivos, avalia diretor da Unica

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As chuvas dos últimos oito dias impactam positiva e negativamente a safra de cana-de-açúcar 2017/18. Áreas canavieiras do estados do Paraná, Mato Grosso do Sul e de São Paulo registram pluviosidade que até na sexta-feira (18/08) chegavam a até 40 milímetros (mm), conforme avaliação de Antonio de Padua Rodrigues, diretor técnico da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).

A incidência pluviométrica surpreende. “Em Araçatuba e região, a chuva chegou no domingo (13/08), dois dias antes do previsto”, disse para o JornalCana Antônio César Salib, presidente executivo da União dos Produtores de Bioenergia (UDOP).

Por conta da chuva, as unidades sucroenergéticas associadas a UDOP e localizadas próximas a Araçatuba estão entre as do Centro-Sul que interromperam a moagem na semana passada.

A Unica, conforme Rodrigues, avalia os impactos das chuvas na moagem. Mas lembra que, apesar do resultado negativo, há também o positivo.

“Qual será o efeito da chuva na questão do ATR?”, pergunta. “Como estava tudo muito seco, não deve sofrer muito impacto.”

Segundo o diretor técnico da Unica, o ATR conseguido na segunda quinzena de julho e que deve ser repetido na primeira quinzena de agosto é o obtido em setembro de 2016. “Por isso, se o ATR cair um pouco devido às chuvas, ainda deverá ser muito bom.”

Quebra

Para Padua, as chuvas recentes poderão ajudar a recuperar a cana que não seria colhida na atual temporada. “Havia expectativa de quebra muito grande na cana que seria colhida a partir de outubro”, disse. “As chuvas devem reduzir um pouco essa expectativa, talvez pare de quebrar, dê uma estagnada, mas o que já foi perdido não tem volta.”

“Temos que avaliar o impacto das recentes chuvas na qualidade da matéria-prima e no impacto da produtividade da cana que será colhida de setembro para frente.”

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