Brasileiros em alerta: UE vai barrar entrada de produtos de animais que recebem aditivos promotores de crescimento

A partir de 1° de janeiro de 2006 não será permitida a entrada na União Européia de alimentos cujos animais tenham recebido aditivos promotores de crescimento. A decisão foi da Autoridade Européia de Segurança Alimentar – EFSA. “Isso significa que as indústrias brasileiras de aves, suínos e bovinos que exportam para a UE têm de se mexer rápido para atender essa exigência. É importante ressaltar que não se trata de uma possibilidade, mas de uma realidade, pois a decisão já foi tomada pela ”, acrescenta o consultor em segurança alimentar, Jon Ratcliff. Ele lembra que Dinamarca e Suécia já tomaram, por conta própria, a decisão de banir todos os promotores de crescimento e pedem, ao lado da Alemanha, que a UE antecipe para janeiro de 2005 a proibição dos quatro últimos antibióticos que ainda são utilizados no continente.

A EFSA também definiu verba de US$ 20 milhões para que técnicos europeus possam visitar os países exportadores, como o Brasil, para reforçar a preocupação da União Européia sobre segurança alimentar e comprovar, in loco, que estejam sendo tomadas as medidas solicitadas.

O consultor fará uma apresentação exclusiva para o grupo de profissionais do Brasil presentes ao 19° Simpósio Internacional da Indústria de Alimentação, promovido pela Alltech entre os dias 12 e 14 de maio, em Lexington (EUA).

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