Brasil busca novos mercados para açúcar

A abertura de novos mercados para o açúcar brasileiro e as principais tendências sucroalcooleiras foram discutidas, em Londres, no 18º Seminário da Organização Internacional do Açúcar (OIA), em novembro. O diretor de Cana-de-açúcar e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Alexandre Strapasson, e o coordenador-geral de Açúcar e Álcool, Cid Caldas, representaram o governo brasileiro no evento.

“Os seminários internacionais da OIA, tradicionalmente realizados em Londres, tornaram-se o principal encontro do setor açucareiro mundial”, enfatizou o diretor do Mapa. Neste ano, o debate é Momento para o Açúcar e o Etanol, com a participação de empresários e representantes governamentais de diversos países.

Líder mundial na produção de açúcar e etanol de cana-de-açúcar, o Brasil hoje é responsável por mais de 50% do comércio internacional. A experiência brasileira com etanol combustível tornou-se referência mundial no campo das energias renováveis, como forma de reduzir as emissões dos gases de efeito estufa e a dependência de combustíveis fósseis. A produção de cana-de-açúcar no País tem crescido 11% ao ano. Em 2008, aproximadamente R$ 9 bilhões de investimento diretos foram destinados à construção de 30 novas usinas.

Brasil busca novos mercados para açúcar

A abertura de novos mercados para o açúcar brasileiro e as principais tendências sucroalcooleiras estão sendo discutidas em Londres, no 18º Seminário da Organização Internacional do Açúcar (OIA)

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Imprensa

O diretor de Cana-de-açúcar e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Alexandre Strapasson, e o coordenador-geral de Açúcar e Álcool, Cid Caldas, representam o governo brasileiro no evento.

“Os seminários internacionais da OIA, tradicionalmente realizados em Londres, tornaram-se o principal encontro do setor açucareiro mundial”, enfatizou o diretor do Mapa. Neste ano, o debate é Momento para o Açúcar e o Etanol, com a participação de empresários e representantes governamentais de diversos países.

Líder mundial na produção de açúcar e etanol de cana-de-açúcar! , o Brasil hoje é responsável por mais de 50% do comércio internacional. A experiência brasileira com etanol combustível tornou-se referência mundial no campo das energias renováveis, como forma de reduzir as emissões dos gases de efeito estufa e a dependência de combustíveis fósseis. A produção de cana-de-açúcar no País tem crescido 11% ao ano. Em 2008, aproximadamente R$ 9 bilhões de investimento diretos foram destinados à construção de 30 novas usinas.

Brasil busca novos mercados para açúcar

A abertura de novos mercados para o açúcar brasileiro e as principais tendências sucroalcooleiras estão sendo discutidas hoje e amanhã, em Londres, no 18º Seminário da Organização Internacional do Açúcar (OIA). O diretor de Cana-de-açúcar e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Alexandre Strapasson, e o coordenador-geral de Açúcar e Álcool, Cid Caldas, representam o governo brasileiro no evento.

“Os seminários internacionais da OIA, tradicionalmente realizados em Londres, tornaram-se o principal encontro do setor açucareiro mundial”, enfatizou o diretor do Mapa. Neste ano, o debate é Momento para o Açúcar e o Etanol, com a participação de empresários e representantes governamentais de diversos países.

Líder mundial na produção de açúcar e etanol de cana-de-açúcar, o Brasil hoje é responsável por mais de 50% do comércio internacional. A experiência brasileira com etanol combustível tornou-se referência mundial no campo das energias renováveis, como forma de reduzir as emissões dos gases de efeito estufa e a dependência de combustíveis fósseis. A produção de cana-de-açúcar no País tem crescido 11% ao ano. Em 2008, aproximadamente R$ 9 bilhões de investimento diretos foram destinados à construção de 30 novas usinas.

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