Biosev desmente venda de usinas, destaca jornal do MS

A Biosev S. A., controlada pela Louis Dreyfus Group Company, desmente a intenção de vender as unidades produtoras de açúcar e de etanol.

Na semana passada, circularam informações compartilhadas na internet de que a empresa venderia todas as suas unidades no Brasil. Apenas no Mato Grosso do Sul, a Biosev controla duas de suas oitos atuais unidades no país.

As oito unidades: Santa Elisa, MB, Vale do Rosário, Leme e Continental, no estado de São Paulo; Lagoa da Prata, em Minas Gerais; e Rio Brilhante e Passa Tempo, no Mato Grosso do Sul.

Em reportagem publicada em 29/01, o Correio do Estado do Mato Grosso do Sul relata que o setor produtivo da cana no estado entraria em alerta em caso da venda das unidades.

A assessoria de comunicação da companhia, entretanto, afirmou que a Biosev não tem intenção de sair do país e nem de vender as unidades instaladas em território sul-mato-grossense, relata o Correio do Estado.

“No contexto do programa de competitividade operacional, a Biosev pode eventualmente ter o apoio de parceiros externos para prestar serviços de consultoria e assessoria financeira e apoiá-la na análise e execução de tais potenciais alternativas estratégicas em relação a todo o seu portfólio de ativos. No momento, não há nenhuma negociação em andamento para a venda de outras unidades produtivas”, esclarece em nota oficial a empresa, conforme o jornal do MS.

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O documento explica ainda que a atividade industrial de Maracaju foi suspensa em novembro de 2017, com objetivo de reduzir custos. O ativo biológico foi direcionado para as unidades de Rio Brilhante.

Em 2018, a Biosev vendeu duas de suas unidades. A Usina Estivas, em Arês (RN), foi adquirida pela Pipa Agroindustrial por R$ 203,6 milhões. Já a Usina Giasa passou para o controle do Grupo Olho D’Água por R$ 70 milhões.

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