Apesar da queda dos preços, mercado interno remunera mais que exportação

O mercado interno de açúcar continua pressionado a cada dia com o aumento da oferta em razão da entrada da nova safra de cana-de-açúcar. Os preços seguem cedendo e a expectativa é de que caiam ainda mais, impulsionados pelo recuo da demanda, de acordo com analistas ouvidos pelo JornalCana.

Levantamento semanal do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostra que entre os dias 22 e 28 de maio a cotação média da saca de 50 quilos de açúcar fechou a R$ 27,89. No período, acumula uma desvalorização de 4,7%.

Mesmo com o recuo diário dos preços – as indústrias permanecem comprando da “mão para boca”, à espera que as cotações caiam mais – a remuneração no mercado interno ainda permanece vantajosa na comparação com as exportações. Nos últimos sete dias, a vantagem ficou em 11% para o mercado interno, na paridade com o contrato de agosto da bolsa de Londres.

Mas os negócios a favor do mercado interno começam a ceder espaço para as exportações. “O que está havendo é um ajuste dos preços do mercado doméstico, que subiu muito em função da entressafra, e que agora está se ajustando aos preços internacionais”, afirmou um operador de açúcar paulista.

Apesar da queda dos preços, mercado interno remunera mais que exportação

O mercado interno de açúcar continua pressionado a cada dia com o aumento da oferta em razão da entrada da nova safra de cana-de-açúcar. Os preços seguem cedendo e a expectativa é de que caiam ainda mais, impulsionados pelo recuo da demanda, de acordo com analistas ouvidos pelo JornalCana.

Levantamento semanal do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostra que entre os dias 22 e 28 de maio a cotação média da saca de 50 quilos de açúcar fechou a R$ 27,89. No período, acumula uma desvalorização de 4,7%.

Mesmo com o recuo diário dos preços – as indústrias permanecem comprando da “mão para boca”, à espera que as cotações caiam mais – a remuneração no mercado interno ainda permanece vantajosa na comparação com as exportações. Nos últimos sete dias, a vantagem ficou em 11% para o mercado interno, na paridade com o contrato de agosto da bolsa de Londres.

Mas os negócios a favor do mercado interno começam a ceder espaço para as exportações. “O que está havendo é um ajuste dos preços do mercado doméstico, que subiu muito em função da entressafra, e que agora está se ajustando aos preços internacionais”, afirmou um operador de açúcar paulista.

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