Agronegócio está desconfiado dos planos de Dilma

O aumento da taxa básica de juro apenas três dias depois da eleição de Dilma Rousseff , bem como os anúncios do aumento da gasolina e da energia, demonstram que a vida da presidente não ser á fácil.

Durante a corrida presidencial, algumas associações de produtores já haviam demonstrado claramente a sua insatisfação com a política
implementada tanto no primeiro mandato quanto nos governos anteriores, vide exemplo da Unica. A Unica propõe a volta da Cide na composição do preço da gasolina, no valor de R$ 0,28 por litro. A expectativa é de que o aumento faça o preço do etanol voltar a ser
competitivo , aumentando a rentabilidade do produto e o re torno dos investimentos para a competitividade da cana-de-açúcar .

Finalizada a votação, os dados demonstram que o agronegócio ainda está desconfiado dos planos da presidente Dilma par a o setor a partir de 2015 . Seja qual for o rumo da política adotada pela presidente reeleita, eventuais reformas são necessárias e urgentes.

Facilitar o ambiente de negócios com foco na geração de riqueza e na livre iniciativa por meio do oferecimento de condições par a que os setores produtivos fortaleçam a sua competitividade seria um bom começo.

Fonte: Zero Hora

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