Açúcar VHP: riscos e desafios da umidade para as usinas

Pelo menos cinco incêndios de grandes proporções, ocorridos em terminais de açúcar em menos de um ano (em São Paulo e no Paraná), entre 2013 e 2014, desencadearam uma mudança nos teores de umidade e granulometria (tamanho e uniformidade) da commodity produzida nas usinas do Centro-Sul.

O açúcar VHP (Very High Polarization), matéria-prima (produto não acabado, destinado para re no e exportação) mais “seca e fina”, gera uma “nuvem” maior de pó de açúcar se movimentada em grandes volumes.

Essa “nuvem” eleva o risco de incêndios em ambientes de baixa umidade do ar e motores ligados a todo vapor. Por isso, desde então, a umidade do açúcar VHP – o açúcar VVHP (Very Very High Polarization) é ain- da mais “leve” que este – deve car entre 0,1% e 0,15% antes de sair da indústria.

Gravidade

Segundo o consultor Fernando Cullen Sampaio, da FCS Engenharia, o problema é grave, pois devido à formação de pó no açúcar, uma concentração elevada pode levar à explosão. Leia matéria completa clicando aqui.

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