8 informações financeiras do desempenho da Biosev

biosO Portal JornalCana divulga abaixo 8 informações financeiras companhia sucroenergética Biosev S. A., controlada pelo grupo Louis Dreyfus Group Company, referentes ao exercício encerrado em 31/03/2016.

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Receita líquida: R$  6.162.648 bilhões na safra 2015/16. Na safra 14/15: R$ 4.513,181 bilhões

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Lucro bruto da safra 15/16: R$ 1,9 bilhão, alta de 6,4% em relação ao R$ 1,8 bilhão observados na safra 14/15

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EBTIDA ajustado: R$ 1.440.615 bilhão na 15/16, alta de 7,9% sobre a temporada anterior, que ficou em R$ 1.335.402 bilhão

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Dívida líquida ajustada: R$ 4.248 bilhões na safra 15/16, aumento de 2,6% sobre os R$ 4.139 da 14/15

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Resultado financeiro antes da variação cambial: R$ (775.487) milhões na 15/16, alta de 52,3% sobre a 14/15, que foi de R$ (509.020) milhões

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Total de investimentos na safra 15/16: R$ 1.156.731 bilhão, aumento de 2,2% sobre o investimento na 14/15: R$ 1.132.339 bilhão

Mais sobre a safra 15/16 das 11 unidades em operação da Biosev:

  • Capacidade utilizada atinge 85%, o maior valor das últimas cinco safras
  • Moagem cresce 9,3% e atinge 31,0 milhões de toneladas, também o maior valor das últimas cinco safras
  • Produtividade agrícola atinge 76,2 t/ha, um crescimento de 14,3%; – No Polo MS a produtividade atinge 85,5 t/ha, um aumento de 19,8% e recorde histórico; – No Centro-Sul, o TCH passou de 69,3 t/ha para 80,9 t/ha, um aumento de 16,7%
  • Redução de R$21 milhões nas Despesas com Pessoal, um decréscimo de 11,6%;
  • A Biosev possui plantas de cogeração de energia em todas as suas 11 unidades industriais, sendo autossuficiente durante a safra. Dessas unidades, nove produzem energia excedente disponível para comercialização. A cogeração destinada para venda apresentou um aumento de 3,8% na safra 15/16, atingindo um volume de 929 GWh.
  • Esse aumento é resultado principalmente da maior moagem e da maior quantidade de energia produzida a partir de biomassa externa. Em contrapartida, a produtividade das unidades de cogeração expressa em volume de energia disponibilizada para a venda por tonelada de cana moída foi de 29,9 kWh/ton na safra 15/16, uma redução de 7,4% em relação à safra 14/15.
  • Essa redução é função das chuvas intermitentes no período, o que fez com que o bagaço da cana tivesse sido utilizado apenas para manter as caldeiras aquecidas nos dias de chuva, sem cogerar energia para venda, e portanto comprometendo a produtividade. Do volume total cogerado para venda na safra, 13,7% foram provenientes da queima de biomassa externa às operações da companhia.
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