7 resultados financeiros da Biosev na safra 17/18

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A companhia sucroenergética Biosev S.A. (B3:BSEV3) encerrou o terceiro trimestre (outubro, novembro e dezembro) da safra 2017/2018 (3T18) com EBITDA ajustado de R$ 588 milhões.

O montante representa alta de 45,4% em relação ao mesmo período da safra anterior.

No acumulado dos nove meses da safra 27/18, entre abril e dezembro, a Biosev chegou a um resultado negativo consolidado de R$ 823 milhões, ante R$ 287 milhões negativos apurados no mesmo período da safra anterior.

Em suas demonstrações financeiras, a Biosev informa que “experimentado resultados líquidos negativos (ou prejuízos) nos últimos exercícios e nos últimos nove meses, que foram ocasionados principalmente por força de impactos negativos de câmbio sobre dívidas denominadas em moeda estrangeira e por eventos adversos de natureza climática.”

No documento, a Biosev relata que a capacidade de “continuar com a normalidade das suas operações depende da obtenção de capital adicional, da renovação de linhas de crédito e da geração de operações lucrativas. Especificamente, os níveis de endividamento da Companhia e das controladas podem ter consequências importantes para o negócio, inclusive para a capacidade de financiar o capital de giro e de suportar desembolsos de capital recorrentes, tendo em conta os recursos necessários para pagar o serviço da
dívida.”

Confira 7 resultados da Biosev, a partir de informações da assessoria e dos resultados da área de Relações com Investidores da companhia sucroenergética divulgados em 09/02/2018.

1

Moagem 

A moagem atingiu 29,1 milhões de toneladas nos nove meses da safra 2017/2018, valor praticamente em linha com o registrado no mesmo período da safra anterior. O polo Ribeirão Preto (RP) registrou crescimento de 1,6%, com moagem de 15,8 milhões toneladas, enquanto o polo Mato Grosso do Sul (MS) se manteve em linha com os resultados do ano passado, com moagem de 7,3 milhões de toneladas.

2

Produção de ATR

O volume de produção de ATR (Açúcar Total Recuperável), medido pelo ATR produto, teve alta de 2,8% em comparação ao mesmo período da safra anterior. Esse crescimento é decorrente principalmente do crescimento de 0,7% no ATR cana, que atingiu 131,9 kg/ton, refletindo principalmente a melhora no manejo dos canaviais e a adequação dos perfis varietais, combinado com ganhos de eficiência industrial.

3

Produtividade agrícola 

A produtividade agrícola da companhia, medida pelo TCH (Tonelada de Cana por Hectare), ficou em 80,2 ton/ha no 9M18, aumento de 0,8% em relação ao 9M17, com destaque para o Polo MS, onde a produtividade cresceu 5% no período e o TCH atingiu 85,1 ton/ha, como resultado da aplicação de tecnologia e das boas práticas agrícolas.

4

Receita líquida do açúcar

A receita líquida atingiu R$ 5,3 bilhões no 9M18, com aumento de receita nas principais linhas de produto. A receita do açúcar atingiu R$ 2,8 bilhões, aumento de 12,2% em relação ao mesmo período da safra 2016/2017. Esse resultado reflete principalmente o crescimento de 11,1% dos volumes vendidos, com destaque para a alta de 25% do volume de exportações e de 1,0% do preço médio no período.

5

Receita líquida do etanol 

A receita líquida de etanol foi de R$ 1,5 bilhão, acréscimo de 12,0% em relação aos nove meses da safra anterior. Esse resultado deriva do aumento de 23,2% no volume vendido com o mix de produção mais voltado para o etanol diante da maior rentabilidade apresentada desse produto em relação ao açúcar.

6

Receita líquida de energia 

A receita líquida de energia de abril a dezembro foi de R$ 281 milhões, um aumento de 53,1%, em função principalmente do aumento de 45,9% dos preços médios, alavancados pela elevação do PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) como consequência da redução dos níveis de água dos reservatórios na região Centro-Sul do País.

7

Redução de custos

Como um bom indicador do andamento do plano de redução de custos divulgado ao mercado, a companhia apresentou redução de custos nas comparações trimestrais e no acumulado do ano-safra. O Custo dos Produtos Vendidos (CPV) caixa ex-revenda em bases unitárias apresentou uma redução de 21,6% no 3T18 e de 9,3% no 9M18.

“Avançamos nesse trimestre na implantação do programa de redução de custos, otimização de processos e estruturas que apresentamos ao mercado, com objetivo de trazer uma maior resiliência aos nossos resultados mesmo em cenários de preços desafiadores”, afirma Rui Chammas, presidente da Biosev.

Clique aqui para acessar PDF da Demonstração de Resultado dos nove meses encerrados em dezembro de 2017. 

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