2 novas avaliações da safra 17/18

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JornalCana apresenta abaixo duas novas avaliações da safra de cana-de-açúcar 2017/18.

Feitas pela consultoria INTL FCStone e pela Conab, empresa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), os relatos atualizam previsões iniciais. Exceto pela Conab, que avalia a safra de todo o país, o levantamento da consultoria projeta dados da safra na região Centro-Sul do Brasil.

INTL FCStone: retração de 2,5% na produtividade

Em 05/09, a consultoria INTL FCStone apresentou estimativas atualizadas da safra 17/18. Fatores baixistas à produtividade da cana-de-açúcar no Centro-Sul motivaram a empresa a reduzir sua projeção para 74,7 t/ha na safra 2017/18 (contra 75,2 t/ha estimados anteriormente). O novo cálculo representa uma retração de 2,5% na produção, se comparada ao ciclo 2016/17.

Como reflexo do cenário mais pessimista, o grupo diminuiu também sua expectativa sobre a moagem total de cana. A redução foi de 3,7 milhões de toneladas, indo de 588 milhões para 584,3 milhões de toneladas. O novo número, portanto, representa uma retração de 3,8% ante à safra 2016/17.

Um dos fatores apresentados pelo grupo foi o período excepcionalmente seco ao longo de junho e julho, decisivo na percepção mais pessimista sobre o rendimento das lavouras.

Em contrapartida à redução da produtividade agrícola, o ATR (Açúcar Total Recuperável) médio foi elevado em 0,4%. Agora espera-se 134,9 kg de açúcares totais recuperáveis por tonelada de cana, valor 1,4% maior que a safra anterior.

De acordo com cálculos da INTL FCStone, o mix açucareiro ficou estável em 47,3%. 

Conab: moagem 1,7% menor no país 

Em previsão divulgada em 28/08, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), do governo federal, estima em 646,34 milhões de toneladas o volume de cana-de-açúcar a ser processado na safra de cana-de-açúcar 2017/18 no país.

O montante previsto é 1,7% inferior aos 657,18 milhões da temporada anterior.

Conforme a empresa federal, a área colhida com cana também sofreu uma redução de 3,1%, passando de 9,05 milhões para 8,77 milhões de hectares. A queda, explica, ocorreu em razão da desistência e devolução de áreas de fornecedores distantes das unidades de produção, principalmente aquelas em que há dificuldade de mecanização.

O recuo na produção desta safra só não é maior devido ao aumento de 1,5% na produtividade, que deve passar dos 72,62 toneladas por hectare na safra passada para 73,73 toneladas por hectare na próxima colheita.

Neste levantamento, a Conab também divulgou o percentual de colheita mecanizada no país. A estimativa para esta safra é de que 90,2% da área de colheita adotem a tecnologia.

Na Região Centro-Sul, o percentual é de 95,6%, enquanto que no Norte-Nordeste é de apenas 23,2%, devido à dificuldade de atuação mecânica em um relevo mais acidentado.

 

 

 

 

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