Busca Fácil


MasterCana Social
NOVOS NÚMEROS
16-3512.4300
16-3512.4309
 Mais Informações
 Exclusivas
 Entrevistas
 Empresas&Produtos
 Lançamentos
 Cana-Clipping
 Destaques
 Opiniões
 Seção Técnica
 Integração
 Busca Fácil
 Personalidades
 JornalCana
 Edição Atual
 Edições Anteriores
 Assine o JornalCana
 Nossos Sites
 MasterCana
 Conheça o Setor
 História
 Dados&Estatísticas
 Nossos Produtos
 Anuário da Cana 2007
 Comunicação
 Fale Conosco
 Anúncie no Portal
Edição Atual do JornalCana
Etanol pode ser commodity já em 2009
Edição nº174
junho


Seções para download

Editorial

Agenda & Cana Livre

Cana Rápida

Mercado & Cotações

Política Setorial

Produção: Dados & Notícias

Tecnologia Agrícola

Tecnologia Industrial

Administração & Legislação

Ação Social & Meio Ambiente

Usina do Mês

Negócios & Oportunidades

Pesquisa & Desenvolvimento

Mercado Fornecedor

Segurança & Saúde

Vitrine

Usinas

Os Estados Unidos, Brasil e União Européia decidiram acelerar medidas para tornar o álcool combustível uma commodity. Desta forma, o produto será negociado internacionalmente e seu uso será ampliado. A frase e conclusão acima não são oriundas de especulações de mercado, mas partiram de Gregory Manuel, do Departamento de Estado dos EUA e assessor especial da Secretária de Estado americana, Condoleezza Rice. De acordo com a Bloomberg, os dirigentes do governo e do setor que estão discutindo o plano finalizarão os métodos de estandardização para analisar as propriedades de álcool, como teor de água e de energia, até dezembro deste 2008. A partir daí o grupo começará a fixar os padrões referentes a esses teores. Ou seja, já em 2009 o etanol pode alcançar o maior de seu status, o de commodity. “O que alcançamos até hoje poderia ter levado vários anos e fizemos em vários meses”, disse Gregory Manuel. A notícia é boa, mas ainda não convence a maioria dos empresários e políticos brasileiros. Para estes, apenas a eliminação dos subsídios e impostos pode ajudar o etanol a se tornar uma fonte de energia negociada globalmente, da mesma forma que o petróleo bruto, disse em Chicago Antonio de Aguiar Patriota, embaixador do Brasil nos Estados Unidos. “Só podemos nos mostrar favoráveis à eliminação dos impostos e, até onde for possível, à redução dos subsídios para a criação de um ambiente mais livre para o comércio”, explicou taxativo. Por sua vez, a Unica de Marcos Jank segue acompanhando e às vezes fomentando estas discussões. A entidade, conforme tem sido defendido pelo JornalCana, começa a se mov imentar no cenário internacional e conquista respeito. Em vez de frases de efeito, seu jovem presidente, Marcos Jank consegue espaço na mídia internacional e diz apenas: note o setor brasileiro... E o mundo tem notado.

Luiz Montanini - editor@procana.com.br

Edições Anteriores

Página Principal
Página Anterior
Enviar Email
Informativo ProCana
Receba diariamente as notícias mais quentes do setor sucroalcooleiro
Nome
Email
ProCana. Direitos autorais e comerciais reservados.
É proibida a reprodução, total ou parcial, distribuição ou disponibilização pública, por qualquer meio ou processo, sem autorização expressa.
A violação dos direitos autorais é punível como crime (art. 184 e parágrafos, do Código Penal) com pena de prisão e multa; conjuntamente com busca e apreensão e indenizações diversas (arts. 105, 108 e incisos da Lei 9.610, de 19.2.98, Lei dos Direitos Autorais).