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Os Estados Unidos, Brasil e União Européia decidiram acelerar medidas para tornar o álcool combustível uma commodity. Desta forma, o produto será negociado internacionalmente e seu uso será ampliado. A frase e conclusão acima não são oriundas de especulações de mercado, mas partiram de Gregory Manuel, do Departamento de Estado dos EUA e assessor especial da Secretária de Estado americana, Condoleezza Rice.
De acordo com a Bloomberg, os dirigentes do governo e do setor que estão discutindo o plano finalizarão os métodos de estandardização para analisar as propriedades de álcool, como teor de água e de energia, até dezembro deste 2008. A partir daí o grupo começará a fixar os padrões referentes a esses teores. Ou seja, já em 2009 o etanol pode alcançar o maior de seu status, o de commodity.
“O que alcançamos até hoje poderia ter levado vários anos e fizemos em vários meses”, disse Gregory Manuel.
A notícia é boa, mas ainda não convence a maioria dos empresários e políticos brasileiros. Para estes, apenas a eliminação dos subsídios e impostos pode ajudar o etanol a se tornar uma fonte de energia negociada globalmente, da mesma forma que o petróleo bruto, disse em Chicago Antonio de Aguiar Patriota, embaixador do Brasil nos Estados Unidos.
“Só podemos nos mostrar favoráveis à eliminação dos impostos e, até onde for possível, à redução dos subsídios para a criação de um ambiente mais livre para o comércio”, explicou taxativo.
Por sua vez, a Unica de Marcos Jank segue acompanhando e às vezes
fomentando estas discussões. A entidade, conforme tem sido defendido pelo JornalCana, começa a se mov imentar no cenário internacional e conquista respeito. Em vez de frases de efeito, seu jovem presidente, Marcos Jank consegue espaço na mídia internacional e diz apenas: note o setor brasileiro...
E o mundo tem notado. Luiz Montanini - editor@procana.com.br
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